Correção de diástase com abdominoplastia

Postado por explay em 25/out/2021 - Sem Comentários

A diástase geralmente ocorre durante a gestação ou em indivíduos que estavam muito acima do peso e emagreceram rapidamente

A diástase se caracteriza pela separação e afastamento da musculatura abdominal na linha média resultando na aparência inchada que o abdômen adquire, deformando os contornos da cintura e provocando desconforto, principalmente nas mulheres que se sentem incomodadas com a aparência que enxergam no espelho. 

Ela também pode ocorrer em outras pessoas como diabéticos, pessoas com doenças pulmonares crônicas ou que possuem deficiência na produção de colágeno. 

Como saber se tenho diástase?

Mesmo que a pessoa seja magra, o abdômen adquire um formato abaulado, como se estivesse permanentemente inchado, acompanhado da redução do contorno da cintura. 

Quem possui diástase abdominal, também pode notar uma protuberância vertical ao fazer qualquer tipo de esforço, seja sentar, tossir, ou levantar objetos. É comum também que a pessoa com diástase sinta dores e desconfortos na região. Porém, para obter o diagnóstico definitivo, é preciso que procure um profissional que irá examinar e fazer o diagnóstico clínico. 

A ultrassonografia da parede abdominal confirma o diagnóstico.

Tratamento para diástase

O tratamento da diástase sempre é cirúrgico. 

Naqueles pacientes que não praticam atividades físicas e que apresentam a musculatura abdominal flácida, recomenda-se que realizem uma preparação com exercícios abdominais ou mesmo fisioterapia nos meses que antecedem a cirurgia.

Para os pacientes que estão muito acima do peso, principalmente no caso dos homens, recomenda-se o emagrecimento antes da cirurgia para redução da gordura visceral.

A abdominoplastia é recomendada para aproximar os músculos reto abdominais. Neste caso, o cirurgião irá retirar o excesso de pele e reaproximar a musculatura, corrigindo a diástase. 

A cicatriz geralmente fica localizada na mesma região em que se encontra a cicatriz da cesárea se estendendo até as laterais do osso do quadril, resultando numa aparência estética bem agradável, a depender do organismo dos pacientes e cuidados pós-operatórios.

Cuidados pós-operatórios

O uso da cinta é obrigatório desde a saída da sala de cirurgia por, no mínimo, um mês, de forma correta. Além disso, o paciente deverá seguir todas as instruções médicas como drenagens linfáticas (para eliminar o excesso de líquido), evitar esforço físico e exposição ao sol por no mínimo 40 dias, assim como subir e descer escadas. 

Também é importante que os curativos estejam sempre limpos e secos, evitando o uso de roupas apertadas no local da cirurgia.

Se você quer se livrar da diástase e ficar de bem com a imagem que enxerga no espelho, agende a sua consulta e converse com o Dr. Marcos Grillo, atuante desde 1994.